Esportes

2007, o fim de uma ilusão

O torcedor gremista terminou a ano de 2006 fervilhando de alegria. Nem o título mundial conquistado pelo seu rival às vésperas do Natal abalou sua felicidade de saber que o seu clube do coração estava mais que de volta à elite do futebol brasileiro: estava de volta para a elite do continente sul-americano. O 4-5-1 de Mano Menezes tinha um meio campo azeitado, da primeira até a última peça, com um banco de reservas limitado mas muito competente. O melhor jogador de futebol do país naquele momento, Lucas, fazia parte do time. Bastava ao clube manter a base de seu escrete para 2007 tornar-se um daqueles sonhos que se tornam realidade. Aí começaram os erros.

No período de duas semanas o Grêmio perdeu 8 jogadores que foram essenciais para a conquista da tão sonhada vaga para a Copa Libertadores da América: Evaldo, Maidana, Alessandro, Herrera, Jeovânio, Hugo, Rafinha e Rômulo. Evaldo possuía desacertos judiciais que o Grêmio preferiu não se meter; Maidana pediu um leve aumento salarial; Alessandro necessitava de um investimento de u$ 400 mil; Herrera tinha o passe de u$ 4 milhões; Jeovânio custava u$ 500 mil; Hugo pedia 1 milhão de reais por três anos de contrato; Rafinha não recebeu proposta e Rômulo preferiu ir para o Cruzeiro. Não exigia-se que um clube recém saído da segundona renovasse com todos estes – afinal, o passe de Herrera era realmente muito caro e Rômulo tinha uma decisão pessoal. Entretanto, as outras seis peças ficaram sem uma explicação melhor dos dirigentes, que estavam preocupadíssimos com a nova idéia “Arena”, enquanto o elenco que Mano Menezes tinha nas mãos jazia.

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Herrera, ausência sentida em 2007

Os reforços para 2007 chegaram depois do Natal. D. Souza, por crença do treinador (e interferência de Luiz Felipe Scolari); Schiavi, pelas necessidades da competição (e do próprio time); Tuta, para substituir Rômulo; Saja, para consertar o problema da posição; Edmílson, um refugo do Time B do Internacional, para substituir o antigo capitão Jeovânio; e um pouco depois Lúcio, aposta para a lateral-esquerda. Além disso, houve a promoção de C. Eduardo e Everton ao time, destaques da Copa FGF de 2006. Era consensual a idéia de que as contratações eram insufucientes para disputar o torneio mais difícil de todo o planeta, mas foi com estes jogadores que Mano Menezes iniciou a temporada.

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D. Souza, uma grata surpresa

O início foi avassalador. As oito primeiras partidas foram vencidas, dentre elas o 1×0 contra o Cerro Porteño fora de casa, com direito a golaço de Lucas e a um pênalti defendido por Saja. O sistema defensivo impecável: levou apenas 2 gols, em uma noite chuvosa que deixaria Noé intrigado (vitória por 6 x 2 sobre o Brasil-PEL, no Olímpico). Mas em tudo existe um porém, e o fato é que nenhum dos adversários enfrentados pelo Grêmio possuíam valores técnicos elevados. Então surgiu o Cúcuta, um típico time colombiano. 0 x 0 no Estádio Olímpico em noite de grande atuação de William e Schiavi, além de uma compreensível fragilidade do conjunto: não havia como manter um padrão de jogo elevado com um time completamente novo (dos titulares de 2006, apenas Patricio, William, Lucas e Tcheco continuavam entre os 11), e as dificuldades foram se demonstrando. Lucas não era o mesmo (lógico, afinal a direção do Grêmio optou por negar-lhe férias após sua participação no Sul-Americano Sub-20, em que foi campeão, capitão e eleito pela Conmebol o melhor jogador da competição), Tcheco era solitário no meio campo e o ataque era nulo. Um desastre estava sendo formado aos poucos. Até que o time levou 3 x 0 do Caxias, no Estádio Centenário.

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Lucas, o melhor jogador do Brasil em 2006

Esta partida foi como o divisor de águas do semestre. A torcida estava estupefata e não assimilou o resultado,  resolvendo, então,  jogar junto com o time. Esta foi a melhor contratação do Grêmio no ano. 30 mil pessoas foram empurrar o time em uma sexta-feira à noite em que Lucas, Tcheco, D. Souza e C. Eduardo foram simplesmente brilhantes. A garra estava de volta. Os 4 x 0 fizeram a noite ser quase perfeita – quase, porque Lucas sofreu uma lesão que parecia inofensiva e foi substituído. Parecia…

No lugar dele entrou Sandro Goiano, ídolo da torcida por liderar o time na Série B. E deu pro gasto. Sandro jogou no seu limite e cumpriu um bom papel. Enquanto isso, subia ao time Gavilán, reforço para a segunda fase da Libertadores, juntamente com Kelly e Amoroso. Gavilán por pouco não ficou de fora da competição, já que a direção estudava inscrever apenas Kelly e Amoroso. Kelly, por sinal, foi contratado lesionado e necessitando de cirurgia em seu joelho.

As  classificações  da Libertadores eram sensacionais: fora de casa o time jogava de forma apática e sem consistência, e em casa junto de seu melhor jogador fazia milagres. As partidas contra São Paulo, Defensor e Santos ficarão para sempre na memória dos torcedores que acompanharam os jogos, seja no estádio, na televisão ou nas rádios. Foram verdadeiras batalhas em que as armas foram os gritos e a paixão de cada um dos torcedores gremistas que acreditaram que o sonho de um terceiro título continental era possível. Daí, na “Final das Finais” veio o Boca Juniors, com Juan Román Riquelme liderando.

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Tcheco, decisivo nas fases de mata-mata da Copa Libertadores

Em La Bombonera o Grêmio fazia a sua melhor partida como visitante na competição. O time marcava a saída de bola, ocupava os espaços e o Boca simplesmente não sabia como jogar. Eis que aos 19 minutos, falta para os xeneizes. Riquelme cobra, no segundo pau e nada menos que TRÊS atletas do time argentino estavam em impedimento clamoroso. O bandeira ignora os três jogadores em até 1,5 metro de impedimento e valida o gol de Palacio. Apesar da irritação, não era desesperadora a situação. 1 x 0 fora de casa era completamente reversível no Estádio Olímpico. E então, a ausência de Lucas foi sentida: Sandro Goiano, que jogava desde as oitavas em seu limiar técnico e de violência (na semifinal chegou a aplicar um tapa em Renatinho) cometeu uma atrocidade. Levantou o pé mais de um metro e atinge a face de Banega. Expulso, em uma final de Libertadores, fora de casa e com Riquelme no outro time. Uma irresponsabilidade que deixou atônito a todos. Esta equação teve seu resultado logo depois. Riquelme fez 2 x 0 e ao final, por excesso de compromisso, Patricio faz um gol contra. 3 x 0, na melhor partida como visitante na competição.

Na volta, apesar do apoio da torcida (que ganhou, como recompensa pelo sacrifício, copas de alimentação desprovidas de seus caríssimos copos de água, refrigerante ou cerveja, algo que não é necessária a construção de um novo estádio para oferecer) o time sofreu novo revés e o sonho teve seu fim. O vice campeonato não foi triste apenas pelo sentimento de que o ocorrido em La Bombonera decretou o fim do sonho. Mano Menezes, ao fim do jogo, com sua costumeira calma foi perfeito na conclusão:

“Nossa campanha é vitoriosa no sentido de termos eliminado tantas equipes que eram consideradas superiores. Chegamos à final, muito à frente da expectativa que tínhamos. O que nos frustra não é a possibilidade que deixamos escapar. É chegar tão perto e sentir que não tínhamos condições de ganhar.”

Ou seja, era um time estruturado na garra e na vontade de seu torcedor. Diferentemente do time de 2006, que esbanjava qualidade técnica com provavelmente o melhor meio de campo do país. Os erros do início do ano foram determinantes. O resultado do desmanche teve efeito. Apesar da equipe titular da Copa Libertadores ter demonstrado alguma qualidade (D. Souza foi decisivo, C. Eduardo foi uma grata surpresa, Gavilán foi um marcador implacável e Tcheco brilhou contra São Paulo, Defensor e Santos), o banco de reservas era medíocre. E uma equipe que almeja tão alto não pode disputar uma competição deste nível assim. A final acabou sendo justa, apesar dos pesares. Venceu, de fato, o melhor, mesmo que este tendo sido com uma “mão” de Jorge Larrionda, Wálter Rial e Edgardo Acosta.

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Wálter Rial: ele não viu três jogadores impedidos em uma cobrança de bola parada

O sentimento de todos os torcedores ao final da Copa Libertadores foi o mesmo: com esta equipe, é possível disputar o título do campeonato brasileiro. Mesmo com a venda de Lucas, o melhor do Brasil em 2006, por alguns tostões de euros (8 milhões, contra 12 milhões que o São Paulo arrecadou com a venda do lateral-direito Ilsinho). E de fato era, afinal Schiavi e William eram confiáveis, Lúcio trazia criatividade na lateral-esquerda, Gavilán rugia na frente da área, D. Souza estava “tinindo” e Tcheco, fora por algumas rodadas, completaria o meio campo tricolor. O grupo continuava limitado, mas o campeonato brasileiro deste ano de 2007 que foi marcado pelo êxodo de todas as classes de jogadores (bons, médios e ruins) não exigia um nível melhor que este. E o Grêmio encarreirou vitórias e bons resultados. Aí veio o jogo contra o Palmeiras e a venda de Lúcio para a Alemanha (o Palmeiras, detentor de 75% vendeu o jogador por u$ 2 milhões de dólares). A falta do lateral-esquerdo foi sentida, mas a defesa com Schiavi e William não permitia que o time perdesse pontos, mesmo que o ataque mostrasse uma inoperância absurda. O grande baque de verdade veio após o jogo contra o Atlético Paranaense, no Olímpico.

Após a partida, a notícia de que Schiavi estaria indo embora do clube deixou todos os que cercam o Grêmio intrigados. Não fazia nem sentido um jogador se despedir de um clube jogando a sua última partida com tanta garra e compromisso. Como a direção do clube permitiu que isto acontecesse? Era desejo do jogador? Não fazia sentido, estava sendo titular, venerado e com atuações brilhantes. Seria seu salário (cerca de r$ 90 mil)? Pouco provável, afinal um clube com a grandeza do Grêmio e que possui aspirações mais altas não pode deixar de ter um zagueiro do nível de Rolando na equipe, principalmente no período que o jogador atravessava seu melhor momento no clube. O motivo não foi explicado, mas na terça-feira após o jogo contra os paranaenses Schiavi embarcava para a Argentina. Neste momento, o Grêmio perdia qualquer chance de título (e agora, em dezembro, chego à conclusão que de Libertadores também). O time possuía um ataque inoperante, mas a defesa era intransponível. A perda de Rolando Schiavi acabou com o sistema defensivo do Grêmio. Os resultados em seqüência foram o esperado: derrota para o Figueirense, São Paulo e Corinthians (sendo que neste caso, de virada em três minutos), todos estes com atuações assustadoras do sistema defensivo (afinal, não é fácil retomar o entrosamento perdido em meio à competição). Entre estas partidas, o jogo contra o América de Natal no Olímpico, em que Saja impediu que o Grêmio passasse o vexame de empatar com o lanterna (o resultado final foi 3 x 0, enganoso).

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Schiavi: com ele, ficamos 9 partidas invictos após a final da Libertadores

Depois disso, três contratações chegaram na Azenha: E. Costa, Bustos e Hidalgo. Chamarei um pouco mais de atenção para este último. Um jogador que contratado pelo Inter no ano passado, destacou-se por não saber defender e nem atacar e foi dispensado do clube por deficiência técnica. Para se ter noção do tamanho disto, o Inter de 2007 com Hidalgo havia sido eliminado do Gauchão e da Libertadores. E o Grêmio o trouxe, para delírio dos colorados, desesperos dos tricolores e incompreensão de Mano Menezes. Além de todos estes problemas, Hidalgo é peruano, o que impossibilitava a escalação de Gavilán no time. Agora compreende-se E. Costa, que teoricamente não era necessário, já que o paraguaio não deixava a desejar em momento algum. O Grêmio contratou Hidalgo e perdeu Gavilán. Uma troca que deixaria Flamengo e Inter de Milão intrigados (Adriano, o Imperador, foi trocado por Vampeta, em uma das negociações mais burras da história do futebol mundial).

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Hidalgo: dispensado do Inter por ruindade, exclui Gavilán dos 11 titulares

O jogo contra o Paraná marcou a despedida de mais um destaque da Libertadores, C. Eduardo. Vendido para um clube da segunda divisão alemã por  7 milhões de euros (após o Grêmio negar ao Benfica a troca de D. Souza mais 4 milhões de euros), C. Eduardo era uma pequena chama de esperança no ataque do Grêmio.  Em meio à Libertadores, o presidente do Grêmio foi às rádios gritando animadamente que “C. Eduardo não sai daqui antes de dois anos! É um jogador promissor que nos trará muitas alegrias”. Em agosto, C. Eduardo embarcava no avião. Mas o pior não foi isto.

Em uma tentativa de abafar a venda de C. Eduardo, veio Rodrigo Mendes, antigo ídolo gremista, uma contratação obviamente para calar qualquer manifestação. Quem teria coragem de detonar um jogador amado? E assim como fez com Kelly, Pelaipe trouxe um jogador que não atuava havia meses, sem condições físicas de disputar um torneio como o Brasileirão. Isso ficou evidente com a lesão do jogador, ocorrida durante um treinamento, o que atestou sua fragilidade física. Rodrigo Mendes nem chegou a jogar pelo Grêmio neste ano. E Mano Menezes agonizava, agora sem ataque, sem defesa e com uma bomba fecal na ala esquerda. A contratação do “trio bala” Marcel (refugo do São Paulo), Jonas (refugo de recente lesão no Santos) e Marreta (dispensa comentários) gerou risadas. Afinal, neste meio tempo desembarcavam no Beira Rio Nilmar, Guiñazu e Magrão.

Bustos não rendia na direita, Hidalgo fazia apresentações calamitosas, e o leão E. Costa precisava fazer o papel do 1º e 2º volante, já que Sandro Goiano, após sua lesão, não retomou o futebol competente apresentado na Libertadores. Enquanto isso, Gavilán jazia na torcida, já que nem no banco poderia ficar. O Grêmio que mostrava uma força imperial em casa foi murchando. As vitórias começaram a ficar minguadas, geradas por lances ocasionais. E fora de casa seguia o massacre.

Até que os desmanches do início e do meio do ano foram cruciais. As partidas fora de casa não eram apenas derrotas. Eram atuações catastróficas, que pareciam de um time pequeno do interior do Sergipe. Mano Menezes seria o culpado? Difícil, já que o mesmo Mano conseguiu fora de casa em 2006 , sete vitórias e quatro empates, uma campanha bem aceitável para um clube da grandeza do Grêmio. A limitação do grupo de 2007 sim, que podemos culpar. Mano Menezes, apesar de sua genialidade, não consegue fazer o Hidalgo aprender a jogar, o Marcel a correr, uma zaga se entrosar de maneira qualificada a cada rodada (Pereira e Leo revezavam aonde, anteriormente, estiveram Teco e Schiavi) ou fazer Marreta…bem, Marreta não preciso comentar.

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Marreta, o “atacante bala”

E 2007 termina assim. Um ano marcado pela desilusão do torcedor do Grêmio, que acreditou que o clube para quem torcia era forte. A participação na Libertadores foi enganosa e fútil: o time saiu enfraquecido da competição, já que apesar de todo o dinheiro que o vice campeonato traz, os dirigentes do Grêmio não puderam manter sequer uma equipe competitiva. Não fosse Mano Menezes, o Grêmio estaria disputando vaga na Sul Americana na parte de baixo. A falta de dinheiro não faz sentido, já que o clube possui 54 mil sócios, recebe r$ 6 milhões anuais do Banrisul (não está mais em forma de pagamento de dívida), r$ 6 milhões da Puma (mais 15% de venda de material), r$ 2,4 milhões da Tramontina, r$ 15 milhões anuais da Globo, além dos valores menores como publicidade estática. Vendeu Lucas (8 milhões de euros) , C. Eduardo (7 milhões de euros), Cássio (1,5 milhão de euros) , P. Junior (1 milhão de dólares), recebeu uma porcentagem da venda de Anderson para o Manchester United e 25% da venda de Lúcio para o futebol alemão (500 mil dólares). E mesmo assim falta dinheiro? É muito difícil de acreditar.

Uma conceituada coluna do maior jornal do Rio Grande do Sul divulgou que o Grêmio possui déficit mensal de r$ 800 mil e folha salarial de r$ 1,6 milhão. Eu, amigo torcedor, não dou crédito. No ano passado nossa folha salarial era de r$ 850 mil. Não houve contratações de peso para dobrar o valor. Ao contrário: dos jogadores que justificariam um salário maior, ficaram apenas D. Souza, Tcheco, Saja e Tuta. Ou Hidalgo, Jonas, Marcel, Marreta, Kelly e R. Mendes recebem salários europeus? Recuso-me a aceitar essa hipótese absurda.

Falta dinheiro. O curioso é que pela falta de ética e caráter de Rosinei, foi divulgado que o Grêmio despejou r$ 500 mil em sua conta, como “incentivo ao atleta”. Tivesse Rosinei ética e caráter nunca ficaríamos sabendo dessa liberalidade. Quanto foi pago ao Amoroso, Kelly, Marcel e Jonas? A torcida só tomou conhecimento destes r$ 500 mil pela falta de hombridade de Rosinei, que após perceber que o navio do Grêmio chocou-se com um Iceberg mandou-se para o Real Murcia, time inexpressivo da Liga Espanhola. Realmente falta dinheiro? O que os dirigentes do Grêmio precisam se perguntar é o seguinte: o que rende mais? Uma torcida apaixonada e enlouquecida que transformou o Grêmio no clube de maior Quadro Social do Brasil ou ignorá-los, dando a eles jogadores que não representam o que é ser Grêmio de verdade? Vai ser difícil manter o ânimo destes torcedores tendo Hidalgo, Marcel, Jonas e Cia atuando no time titular. 2007 foi um ano para ser esquecido da memória dos torcedores gremistas.

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Mano Menezes: abusaram da sua capacidade de fazer milagres. Vai fazer falta

Discussão

29 comentários sobre “2007, o fim de uma ilusão

  1. Belo texto, é algo assim que a direção precisava ver…

    Pelaipe Burro
    Herrera fora? Jeovanio? e Hugo? dois deles pedindo tão pouco por muito que faziam? é de se inconformar

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    Publicado por Júlio | 26 de novembro de 2007, 18:15
  2. Parabéns… esse texto explica tudo certo oq aconteceu esse ano, se mano sai ano q vem nao quero nem pensa com esse time, tuta marcel jonas… sorte q vai volta o teco mas gavilán capas de sair o tcheco tambem…
    tomara q eu esteja errado mas ano que vem nos vamos ver o inter se melhor q o gremio denovo…

    Abraço…

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    Publicado por César | 26 de novembro de 2007, 18:17
  3. A MAIS PURA VERDADE!

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    Publicado por DIEGO BORILLE VESCOVI | 26 de novembro de 2007, 18:23
  4. Muito bom o texto, concordo com tudo!

    Volta Herrera!

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    Publicado por carnicero | 26 de novembro de 2007, 18:25
  5. Simplesmente perfeito.

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    Publicado por Lucas Vidor | 26 de novembro de 2007, 18:27
  6. belo texto…diz tudo!

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    Publicado por deive | 26 de novembro de 2007, 18:54
  7. Bah parabéns a quem fez este texto !!!!!!!!

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    Publicado por cassio | 26 de novembro de 2007, 18:57
  8. apenas discordo numa parte o salario de 800 para 1600 mil ateh
    se justifica pelas entradas de : e.costa,gavilan e amoroso q todos ganham um baita salario alem de aumentar o salario do tcheco,ainda saja!!!!!!!

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    Publicado por cassio | 26 de novembro de 2007, 19:14
  9. cassio, Amoroso saiu do Grêmio já. Dentre os maiores salários do ano passado, estavam Maidana, Hugo e Lucas. Todos estes saíram.

    Ainda neste mesmo ano, saíram Schiavi, Lúcio e C. Eduardo. Apenas E. Costa foi contratado como jogador “caro” depois da Libertadores.

    Continua lhe fazendo sentido?

    Abraços,
    Blog Perspectiva

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    Publicado por F Rules | 26 de novembro de 2007, 19:18
  10. Precisa dizer alguma coisa?!

    Tem que mandar esse texto p/ direção ler e, PRINCIPALMENTE, p/ eles tomarem uma atitude p/ 2008!

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    Publicado por Priscilla | 26 de novembro de 2007, 19:19
  11. HA MAIS PURA VERDADE!!!

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    Publicado por Angela Bonfanti | 26 de novembro de 2007, 19:22
  12. cara , quase chorei aki no pc !

    o cara falo TUDOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO !

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    Publicado por Rafael | 26 de novembro de 2007, 19:28
  13. Corretíssimas as colocações do texto!

    Chegamos com força, nos iludimos pensando que o plantel fosse bom o suficiente.

    O pior é que perderemos o grande nome desse ano Luiz Antonio Menezes!

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    Publicado por Julia | 26 de novembro de 2007, 19:34
  14. Essa campanha terrível de 2007 foi fundamentada sobre erros e mais erros de uma direção que não estava nem um pouco preparada pra evolução que o Grêmio deu em 2006.
    Na libertadores, o Grêmio foi empurrando com a barriga com seus costumeiros milagres em casa mas não foi o suficiente. Time que quer ganhar e ambiciona grandes campeonatos não pode planejar sua campanha sobre milagres, o clássico “vamos ver no que vai dar”.
    Eu admiro muito o trabalho do Mano Menezes e sei que ele sofreu com um plantel ridículo mas não podemos também descartar alguns erros aqui e acolá que o treinador cometeu.
    O Grêmio, esse ano, arranjou MUITOS problemas extra-campo com problemas na diretoria, brigas por poder, fraudes e essa idéia estapafurdia de mega-arena enquanto o time jazia na medíocridade e afogava as pretensões da torcida que preferem um Grêmio tricampeão da América ante uma Arena moderna com um time pífio. (Alguém lembra das modernas instalações do Obino, sua desculpa quando lhe perguntavam sobre a situação crítica do Grêmio em campo ?)
    Esse ano só não foi pior pela total falta de competência do rival, que com um plantel caríssimo, desandou e não conseguiu nem mesmo o título Gaúcho, celebrando a pífia Recopa como um título máximo do futebol.

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    Publicado por Matheus Magalhães | 26 de novembro de 2007, 20:06
  15. muito bom o texto só acho q o ano nao pode ser esquecido, pois com esse time ainda estamos em 6 lutando pela libertadores atuais campeões gauchos e atuais vice campeões da libertadores

    mas o resto está certo.

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    Publicado por Salime | 26 de novembro de 2007, 21:03
  16. Ótimo texto. Uma análise completa do que foi 2007.

    Lamento que um ano que tinha tudo pra ser um dos melhores dos últimos 10 anos tenha terminado assim. Infelizmente um somatório de erros foi crucial para que o Grêmio não alcançasse alguns objetivos esse ano.

    Resta agora torcer por um 2008 melhor, não apenas do Tri campeonato gaúcho, mas um time que busque coisas maiores.

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    Publicado por Julio (Zero) | 26 de novembro de 2007, 21:37
  17. Muito bom mesmo.
    Essa foi a realidade pura nua e crua do Grêmio em 2007.
    Ótimo texto, não há nada mais para falar.

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    Publicado por João | 26 de novembro de 2007, 22:15
  18. Pequenas correções para um texto praticamente impecável:

    1- O Grêmio liberou Rômulo pro Cruzeiro por que não ficou satisfeito com o seu desempenho no ano passado.
    2- Lucas jogou a final na Bombonera (inclusive foi ele quem abriu a barreira no gol de falta do Riquelme, não que se esteja imputando culpa a ele).

    De resto, a se lamentar que a campanha deste ano tenha sido de sangue, suor e lágrimas.

    Abraço e DÁ-LHE GRÊMIO!!!

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    Publicado por Guillermo | 27 de novembro de 2007, 00:26
  19. e eu ainda acho que o Gremio vai perder para o Corinthians e ajudar o rival paulista a se livrar do rebaixamento

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    Publicado por cenasdacidade | 27 de novembro de 2007, 10:16
  20. pior de tudo é que é verdade.

    senti falta de criticas a Amoroso e Tuta só..

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    Publicado por Lucas Leite | 27 de novembro de 2007, 15:12
  21. Cara, muito bom o texto!

    Só, vc não fez nenhuma menção ao Tuta, vc acha ele suficiente pra nosso ataque, que ja teve Jardel e outros idolos ocmo camisa 9???

    E a grana da venda de Lucas e do Carlos Eduardo, foi amplamente divulgada na imprenssa que está retid na justiça, em função de dividas do Grêmio…

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    Publicado por Mateus Araújo | 27 de novembro de 2007, 16:58
  22. Mateus Araújo, o Tuta merece críticas sim. No texto eu até salientei que o ataque era “inoperante”. Entretanto, creio que o camisa 9 do Grêmio não mereça ser completamente detonado pois sofreu com lesões durante o ano e mesmo assim teve um desempenho mediano.

    A imprensa também divulgou que nossa folha salarial é de r$ 1,6 milhão. Tu acredita nestes valores?

    A contratação de Tuta foi acertada, creio eu. Ninguém imaginaria que ele não fosse “estourar” na equipe, afinal, vinha de temporadas cheias de gol pelo Fluminense.

    Abraços,
    Blog Perspectiva

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    Publicado por F Rules | 27 de novembro de 2007, 17:07
  23. O texto é bom, mas possui algumas contradições, erros e omissões. Primeiro: se Mano optou por Hidalgo em vez de Gavilán, por que deve ser totalmente isento de culpa? Segundo: o autor esqueceu do Teco? Só fala de Schiavi. Terceiro: o fato de os jogadores deixarem o Grêmio se deve ainda à temporada na Segunda Divisão, os jogadores não têm confiança de que o clube vai disputar títulos, e pagar os salários e prêmios em dia, por isso fazem contratos curtos. Também aí se deve ao fato de que o Grêmio não tem dinheiro para tirar os jogadores de outros clubes sem ser por empréstimo. O Grêmio devia muita grana, ainda deve mas não tanto creio eu, e esse é um trabalho que poderia se refletir logo logo não fosse os gastos que se avizinham na construção do estádio. Quarto: me admira que os torcedores do Grêmio, que sempre se propagaram como o time mais copeiro do Brasil, reclamem de um impedimento em La Bombonera. Time copeiro precisa saber que não há impedimento contra o Boca em La Bombonera!

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    Publicado por reporteresportivo | 27 de novembro de 2007, 22:15
  24. Rômulo tinha o “passe” fixado em 800 mil Euros.

    Para mim, inviável.

    E pelo que fez no Cruzeiro, ainda bem que não ficou…

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    Publicado por Érico | 28 de novembro de 2007, 00:14
  25. CARA
    esse texto eh mto bom
    a direção gremista precisa ler isso
    o Grêmio eh mais q um time, uma torcida
    o Grêmio eh a minha , a nossa paixão
    não podemos deixar o nosso time
    nas mão de uma direção patética como essa
    HIDALGO ,Kelly , Marcel , Marreta , Jonas …
    POR FAVOR NEH
    isso parece brincadeira as vezes .

    TEXTO ÓTIMO CONCORDO COM TUDO !
    PARABÉNS

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    Publicado por Eduardo Leandro Schneider | 28 de novembro de 2007, 03:58
  26. Ótimo texto! Concordo com 90% do que foi dito. Pena que a direção não pensa assim..
    Quanto ao dinheiro da venda de C. Eduardo e Lucas, diz a lenda que ele está barrado devido a dívidas que o Grêmio tem com o governo.. Será mesmo?
    Abraço!

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    Publicado por Tiago | 28 de novembro de 2007, 11:35
  27. “2007 foi um ano para ser esquecido da memória dos torcedores gremistas.”

    A única frase que discordo completamente.

    Libertadores que nunca esquecerei, feitos incríveis com time limitadíssimo, 2007 foi um baita ano e contarei com orgulho pros meus netos que eu estive em Grêmio 4×0 Caxias, Grêmio 2×0 São Paulo e humilhando o Santos em boa parte do jogo em SP. E que vi o Grêmio limitado vencendo o “melhor inter de todos os tempos” duas vezes no ano… e dois chocolates!

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    Publicado por Lucas \o/ | 28 de novembro de 2007, 15:23
  28. Pelos menos ta na Serie “A” / E o meu Bahia que digo rsrsrsr agora que conseguiu passar para a Serie “B”, agradecendo ao ABC rsrsrsrsrsrsrsrrrsrssrr

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    Publicado por Evandro Jorge | 29 de novembro de 2007, 16:48
  29. 2007, um ano para ser esquecido?
    jamais,
    será que não exagerou um pouco no final do texto?
    fico muito bom..
    mas poderias melhorar o final,
    um ano que ganhamos um vice campeonato, desculpe-me, não é um ano para ser esquecido!

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    Publicado por fernanda | 1 de dezembro de 2007, 01:39

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