Mundo pop

Amy Winehouse quando criança

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Estudante de Direito. Gosto de música, seriados,tênis e de gatos.

Discussão

10 comentários sobre “Amy Winehouse quando criança

  1. korrore…..

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    Publicado por tita | 28 de março de 2008, 12:46
  2. esta’ melhor assim do ke agora!!!

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    Publicado por Anónimo | 31 de maio de 2008, 23:13
  3. 😀

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    Publicado por Raquel | 1 de junho de 2008, 16:45
  4. Prefiro a atual!!!!

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    Publicado por Renatha | 13 de junho de 2008, 03:43
  5. caramba
    nem parece ela
    assim olhando da a emprensão de ser dão amavel
    ela hoje em dia chega a ser muito engraçada
    mas ela é showeu tambem prefiro agora
    ela é de mais

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    Publicado por vanessa | 21 de junho de 2008, 00:47
  6. noooosssa!!!! nem parece!!!!

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    Publicado por marina | 3 de setembro de 2008, 19:44
  7. será que nessa época a Amy já tinha esse vozeirão?!

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    Publicado por ani; | 22 de outubro de 2008, 18:02
  8. ta muito menininha nessa foto !

    acho que ela sempre foi espontania !
    tão insegura !

    o jeito que mais gosto era quando ela estava gordinha !
    antes das drogas !

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    Publicado por carol | 2 de fevereiro de 2009, 21:58
  9. A Amy Winehouse foi encontrada morta em Londres Provavelmente as únicas músicas que ouvi da garota foram as que, indistinguíveis, nos chegam aos ouvidos no meio da poluição sonora das cidades; não seria capaz de me lembrar, agora, de nenhuma delas. Mas o que me espantou foi saber que a Amy, morta aos 27 anos, “seguiu o mesmo roteiro trágico de outros ídolos mundiais da música pop, como Janis Joplin, Kurt Cobain, Jim Morrison e Jimi Hendrix”Porque do Nirvana e do The Doors eu sei, sim, algumas músicas. E aí, de repente, a morta precoce da jovem cantora inglesa passa a ter alguma coisa a ver comigo: quando menos, me faz lembrar de algumas bandas que eu escutei na minha adolescência. Faz-me lembrar de algumas mortes pelas quais eu já me interessei. E, em última instância, faz-me pensar na morte, que é coisa muito útil e muito santa de se fazer.

    Vinte e sete anos! É a minha idade. E, por mais que a Florbela diga “tenho vinte e três anos! Sou velhinha!”, o fato é que… não é uma vida avançada em anos, da qual se possa dizer que foi longeva. Morrer aos vinte e poucos (ou mesmo aos vinte e muitos) é humanamente uma tragédia, é uma interrupção precoce de uma vida que – como no fundo todos esperamos – poderia ter dado mais a si própria e ao mundo.

    Talvez haja quem diga que “foi intensa”. No caso da Amy (ou da Janis ou do Kurt), eu diria antes que foi fútil e vazia. Sim, a garota provavelmente gastou até os vinte e sete anos muito mais dinheiro do que a maior parte de nós vai ser capaz de juntar na vida toda. Mas as coisas do mundo – como fama e dinheiro – naturalmente só fazem sentido enquanto se está no mundo. E a morte trágica e precoce de grandes astros da música parece nos dizer aos ouvidos aquela passagem bíblica segundo a qual é tudo vaidade. É como se ela nos sussurrasse ou, antes, nos gritasse alto para nos despertar de nossa letargia: vê, sic transit gloria mundi. Assim passa a glória do mundo! Morreram Cobain, Morrison, Hendrix, Joplin e Winehouse. Para os seus fãs, ficaram as suas músicas e a saudade; mas para eles próprios, de que valeu?

    Talvez digam: “foi intenso!”. Talvez nos citem o Neil Young e nos digam que é melhor queimar de uma vez do que apagar-se aos poucos: it’s better to burn out than to fade away

    . Enfim, talvez nos digam qualquer coisa; mas, data venia, eu preciso discordar.

    A nossa vida é potencialmente curta (uma vez que cada um de nós pode morrer hoje mesmo) e, por isso mesmo, ela precisa ser intensa; mas o próprio fato da efemeridade da vida deveria nos fazer pensar no além-vida. “Intensa” é uma vida que se prepara para o futuro; desperdiçar loucamente uma fortuna – os anos de vida – cujo tamanho não se sabe ao certo (mas que sempre nos parece estar ainda “muito longe” de acabar) não é intenso, e sim irresponsável.

    Eu conheço uma vida curta que foi verdadeiramente intensa. Não viveu os vinte e sete anos da Amy, mas ainda menos: vinte e quatro anos. Não ganhou o dinheiro de um Kurt Cobain ou de um Jimi Hendrix e nem teve em vida a fama de uma Amy ou de uma Janis, mas soube empregar verdadeiramente bem os seus anos de juventude. Era francesa e se chamava Teresa. E, entre tantas outras coisas, legou-nos versos:

    Revesti as armas do Todo-Poderoso,
    Sua divina mão dignou-se me adornar;
    Doravante, nada me assusta.
    Do seu amor, quem pode me separar?
    Ao seu lado, lançando-me na arena,
    Não temerei nem o ferro, nem o fogo.
    Meus inimigos saberão que eu sou Rainha,
    Que sou a esposa de um Deus!
    Oh, meu Jesus! Guardarei a armadura
    Com que me visto ante teus adorados olhos.
    Até o entardecer da vida, minha mais bela veste
    Serão meus santos votos!

    […]

    Se do guerreiro tenho as armas poderosas,
    Se o imito e luto com valentia,
    Como a Virgem de encantos graciosos,
    Também quero cantar, combatendo.
    Fazes vibrar as cordas de tua lira
    E esta lira, oh, Jesus, é meu coração!
    Posso, então, das tuas misericórdias
    Cantar a força e a doçura.
    Sorrindo, desafio o combate
    E, nos teus braços, oh , meu divino Esposo,
    Cantando hei de morrer, sobre o campo de batalha,
    Com as armas na mão!…

    [“Minhas armas”, in “Obras Completas de Santa Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face”.
    pp. 622-624. São Paulo, Editora Paulus, 2002]

    A morte no campo de batalha, com as armas na mão: eis o desejo que convém a uma alma jovem! Não a morte em um palco ou – pior ainda – em um apartamento vazio e solitário, desvanecido o glamour após se deixar o palco. Não, isto não é uma vida intensa; a vida de combate preconizada pela santa francesa morta aos vinte e quatro anos é que o é. Que o Altíssimo tenha misericórdia da Winehouse e de tantos outros mortos em condições similares. E que a tragédia ocorrida com a roqueira inglesa faça-nos ver que a vida é curta e, portanto, é fundamental que seja bem vivida.

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    Publicado por Ingrid Valle | 25 de julho de 2011, 20:46

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  1. Pingback: Amy Winehouse – Back to Rehab « PERSPECTIVA - 20 de maio de 2009

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