Ecologia

Cláudio Batista de Souza – resposta

Este blog publicou post  no  ano passado fazendo referências a Claúdio Batista de Souza morador de Porto Alegre. O posicionamento expresso em orgão de imprensa local ante as sequelas deixadas pelo ciclone que afetou a capital gaúcha em junho de 2008 nos transmitiram a impressão de que não tivesse apreço pela natureza. E como é praxe neste blog expressamos nossa opinião a respeito.

No entanto os comentários enviados por Cláudio nos deixaram imensamente satisfeitos, eis que, pelo que ali consta, na realidade trata-se de alguém que também aprecia uma cidade verde.

E como também é praxe nesse blog,  destacaremos a nova percepção que temos do posicionamento de Cláudio.

Abaixo reproduzimos a mensagem enviada:

Muito prazer senhor escritor, tenho idade suficiente para aconselhar e dar bom exemplo. Fruto do acaso somente agora constatei o comentario. Felizmente não me enquadrei na critica, posto que, sou amante da natureza. Posso relatar que agradeço a cada dia quando desperto para o mundo, meu primeiro encontro é com o canto dos sabiás, moradores das árvores da Rua Machado de Assis, fui um dos apologistas pelo não corte de todas as árvores, como alguns moradores queriam. Sugerí até, que a Prefeitura poderia plantar árvores com maior resistência. Os cortes ocorridos se fizeram face a necessidade muitas árvores ficaram tombadas sobre as casas, infelizmente o que ocorreu no prédio onde resido.Não sei se o escritor autor do artigo tem conhecimento que tais espécies chamam-se Tipuanas(Argentinas), a que tombou no frontal de minha residência pesava segundo informação do motorista da máquina de tração, aproximadamente 10 toneladas. Se minha habitação não fosse muito antiga, com paredes de 40 eu e minha família talvez não tivessemos resistido o impacto. No entanto continuo adorando as arvores, os pássaros que nelas habitam, meus vizinhos despertadores, poetas da natureza que um grande geometra do universo criou. Saiba que aqui na Machado de Assis, as aves migratórias ainda gorgeiam,concedendo graciosamente espetáculo como não conhecia. No canteiro frente a minha casa plantei uma ávore de grande resistência, nativa do RGS, a qual cuido a mais de trinta anos, acredito até que a especie pela sua fortaleza, face as raizes profundas, deve ter ajudado a Tipuana não tombar com o vendaval. Tais palavras aqui emitidas, tiveram a intenção de mostrar com sinceridade gaúcha a verdade dos fatos. Continuarei sempre amando a natureza e a criação, legitima razão do nosso existir.

E.T. Ao escritor, quero esclarecer que a arvore que plantei junto a Tipuana em frente a minha residência trata-se de uma Guajuvira, plantada faz trinta anos, adorada por mim e pelos pássaros que ali constroem seus ninhos, nos quais tenho assistido o nascimento de diversos pássaros. Tenho especial apreço a referida árvore, poto que, foi-me ofertada pelo inesquecível médico Dr.Milton José Noll Casagrande, que fazia mudas das sementes de uma espécie que possuia na sua residência no Bairro Azenha.
Cáudio-Machado de Assis-Porto Alegre
Realmente o verão de 2008-2009 trouxe grande calor pela falta das nossa saudosas Tipuana (Argentinas).

Discussão

Trackbacks/Pingbacks

  1. Pingback: Cláudio Batista de Souza dá exemplo de aversão à natureza « PERSPECTIVA - 30 de agosto de 2009

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

INSTAGRAM DA ARTISTA YASSMINE PITOL

Houve um erro ao recuperar imagens do Instagram. Uma tentativa será refeita em poucos minutos.

Estatísticas do blog

  • 4.668.389 visitas
%d blogueiros gostam disto: