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“O sagrado é intimidador” – Entrevista com José Hermeto Mohr

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O entrevistado desta sexta-feira é o padre José Hermeto Mohr. Ex-professor de Teologia da Espiritualidade da Faculdade de Teologia da PUCRS e responsável pela Paróquia São Luís, em Canoas, de 2007 até janeiro deste ano, padre Hermeto – como é mais conhecido pelos fiéis – assumiu recentemente a Paróquia São Sebastião Mártir, de Porto Alegre, além de comandar o Movimento Ministros Extraordinários da Comunhão na Arquidiocese de Porto Alegre. Nesta entrevista, realizada em fevereiro de 2010, quando ainda estava em Canoas, ele nos trouxe uma série de reflexões o papel da Igreja e do cristianismo no mundo moderno. Reflexões que, estamos certos, terão muito a dizer para quem vive o período de Páscoa.

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Suceder na condução da paróquia central de Canoas ao carisma marcante e a capacidade de mobilização do Pe. José Bonifácio Schmidt certamente não foi tarefa fácil para José Hermeto Mohr. A comunidade acostumou-se a ser orientada por um padre como o atual Vigário Episcopal ,extremamente culto e com profundo saber bíblico. No entanto, este caiense de 59 anos, mestre em teologia e professor da PUCRS, não fica atrás em matéria de carisma congregador. José Hermeto Mohr é um homem tranqüilo e de fala pausada, mas firme em suas convicções sedimentadas em mais de três décadas a serviço da Igreja. Ordenado em 1977, leitor contumaz de San Juan de La Cruz, Santa Teresa D´Avila e admirador de João Maria Wianey, conhecido como Cura D´Ars, domina três idiomas: francês, espanhol e alemão – além do latim, é claro.     

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O senhor começou a sua formação em 1965, num período de intenso debate dentro da Igreja: o Concilio Vaticano era um fato recente, surgem as idéias da Teologia da Libertação, e, fora da Igreja, é um momento especial para a cultura, as artes, enfim, tudo. Sentia-se muito esse momento?

Sentíamos bastante. Sobretudo na Teologia. Lembro bem da época da Teologia da Libertação. Nós íamos ouvindo, processando tudo o que aprendíamos das diversas correntes, mas fazendo também uma síntese, porque havia opiniões contrárias e outras mais a favor. E tínhamos sempre a orientação do nosso arcebispo D. Vicente Scherer, que tinha umas posições um tanto diferentes das do Leonardo Boff, que foi o principal nome da Teologia da Libertação. Isso me fez bem. Isso não me fez acomodar a uma compreensão de Igreja que não se abre ao mundo, fechada. Veja que, em 1968, quando aconteceu o grande encontro da Igreja Católica em Medellín foi um momento de grande ação da Igreja, e também o que seguiu-se em Puebla, no México. O mundo se renova, as realidades do mundo se transformam, a realidade da Igreja se transforma. O próprio Concílio ocorreu por causa disso, porque era preciso olhar para aquele mundo novo que estava surgindo.

Talvez algumas pessoas não ligadas à Igreja Católica a vejam como algo monolítico, em que o debate não ocorre, um lugar onde uma palavra é dita e ponto final. Quando se vê que, na verdade, na História da Igreja Católica há debates ferrenhos, disputas ásperas que, no fim, enriquecem a própria Igreja, levam a novos caminhos….

Com certeza. Por exemplo: por sermos aqui da América Latina, estarmos situados na realidade latinoamericana, não me fez mal algum conhecer a Teologia da Libertação. Era porém, preciso descobrir que junto com essa maneira de pensar não se desmereceria nem um pouco os bispos, a orientação da Igreja, o magistério. O estar aberto ao novo não precisa acabar com a fidelidade à Igreja e nem a tradição. Os dogmas, as questões milenares, tudo continua igual. Os grandes valores do Evangelho são milenares, ele é transcultural, trans-histórico, ele não muda. Então isso ajudou-me a traduzir para o mundo moderno as coisas do passado, que foram legadas pelo passado e que eu posso atualizar.

É uma marca da sua geração? Da geração que surgiu a partir dos anos 60?

Em parte sim. A partir daí começou a se caminhar na Igreja a partir de uma tripla perspectiva: ver, julgar e agir. Um agir coerente com o próprio Evangelho, com a palavra de Deus, com a missão da Igreja no mundo, e isso se deve ao Concílio, a uma Igreja que se renovou. Porém, é bom lembrar que uma questão de fé, uma questão de dogma, não se encaixa nisso, pois é algo imutável. Esse ver, julgar e agir são questões pastorais, do dia a dia. A Igreja é divina em sua natureza e humana por ser feita de homens, ela sempre será um carisma e um poder.

Noto – e comigo muitos também notam – também em alguns católicos, em alguns setores, enxergam o cristianismo mais como ativismo do que como espiritualidade. Alguns católicos entendem, e eu já vi falarem, que isso afasta pessoas da Igreja. Algumas pessoas talvez clamem por essa espiritualidade. Isso talvez não seja uma das causas da ida de alguns católicos para algumas religiões que talvez não tenham o substrato cultural, histórico que a I. Católica tem?

Uma pergunta muito interessante. Em primeiro lugar, no verdadeiro cristianismo, no catolicismo, que quer ser um sinal de paz, justiça e fraternidade, tem de haver o duplo movimento, a dupla dimensão, de ação e contemplação. O cristão tem de ser um pouco contemplativo, e aí entra o conceito de espiritualidade, um caminhar, um conceito de agir, de viver, de acordo com o espírito de Deus, de Jesus. Então nós precisamos ser um pouco contemplativos, gostar de rezar, de promover momentos  de oração, que aí sim levam a uma espiritualidade. Porém, se ficarmos só na oração, aí perdemos um pouco, e deixa-se de ser um cristão engajado, que olha um pouco ao seu redor. Jesus diz que devemos ser sal da terra e luz do mundo. O Cristo mesmo nem tinha igreja, ele pregou por tudo que era lugar. E havia no passado um pouco de exagero, era algo acentuado, uma igreja que buscava muito a oração, a interiorização, e nem era uma verdadeira espiritualidade cristã, é mais um espiritualismo. Aí sim, dá pra dizer que há uma grande procura, mas aí eu noto um falso messianismo, pois a religiosidade, a espiritualidade, não é uma resposta aos problemas imediatos de uma pessoa (econômicos, existenciais, etc., etc.) mas sobretudo nós devemos ser pessoas que respondem ao projeto de Jesus no mundo. Por isso há muita procura por essas religiosidades. Mas, se, você tirar disso, por exemplo, emprego, saúde, curas físicas, bens materiais, não existe propriamente comunidade, não existe preocupação nenhuma em transformar o mundo. Por outro lado, na própria Igreja Católica nós notamos uma necessidade de dar o maior equilíbrio: espiritualidade, orientação espiritual, louvores, orações. Aí nós também tentamos encontrar um equilíbrio. Nós aqui mesmo temos atendimento espiritual quarta, quinta e sexta e sempre vêm pessoas. Precisam de conselho, palavra, ajuda , benção. Nossa Igreja está aberta todo dia, das 8 da manhã as oito da noite, para favorecer essa dimensão espiritual. Não podemos ser só ação nem só contemplação. Se fazemos essa síntese, se encontramos esse equilibro, eu não acredito as pessoas vão buscar uma religiosidade mais completa e perfeita  fora da igreja. Pode até ser, porque a Igreja também erra, ela é humana, mas em geral buscam um messianismo que lhes dê soluções imediatas, para  a  vida, e o verdadeiro cristianismo não se propõe a isso, o verdadeiro cristianismo não se propõe a essas soluções imediatas. Jesus também fazia isso, dava de comer, libertava os endemoniados, mas eles sempre os chamava e convocava para ir e evangelizar, viver não para as coisas deste mundo para o Reino de Deus acontecer. Acho que erramos em tempos passados, indo demais para o lado da interiorização. Depois, nos anos 70 e 80 buscou-se demais a ação e esqueceu-se a dimensão espiritual. Me parece que estamos percebendo a necessidade dessa síntese. Ação e contemplação. E isso é o mais difícil.

Em um certo momento, perguntaram a Chesterton se era fácil ser cristão. Ele respondeu que não. E perguntaram-lhe então porque a Igreja católica quer converter o mundo. E ele respondeu: “mas ela nunca disse que era fácil!” No caso do catolicismo, uma religião com certas nuances difíceis de serem percebidas – talvez até por ter um substrato intelectual muito rico – talvez não seja fácil compreender à primeira vista certas coisas que são ditas. Será esta uma razão para o crescimento de certas religiões onde tal substrato não existe?

Talvez. Porque o mais simples é mais fácil de ser compreendido. Mas nós, na Igreja Católica, nos damos conta disso, e por isso existe hoje a leitura orante da bíblia. Por que, no passado o povo católico não sabia interpretar a palavra de Deus e nós fazíamos isso para suprir essa lacuna. Minha pergunta é: nessas outras espiritualidades, se o discurso não for calcado nessas respostas imediatas, o que é que realmente existe? O que é que persiste? Devemos estar atentos a isso. Mas nem por isso devemos nos achar os melhores. Devemos fazer a nossa parte e saber os nossos limites: somos limitados, como todos os homens.

O senhor fala da ação e da contemplação. Isso me parece que é também a diferença entre a atuação da igreja no mundo e no pós-mundo, no transcendente. A minha pergunta diz respeito à ação da igreja no mundo, a relação da igreja com o mundo. Recentemente houve a discussão de uma proposta para  que fosse criada uma lei que proibiria a colocação de símbolos religiosos em prédios públicos incluindo escolas. Como o senhor acha que isso está sendo conduzido?

Na verdade, na história do cristianismo, do catolicismo houve épocas de muita perseguição, de muita contrariedade à Igreja,  talvez mais à estrutura da Igreja do que ao ideal cristão. Por outro lado também o mundo intelectual sabe que o cristianismo é muito forte na sua essência , na sua ação, quando bem conduzido, porque cremos que seja de fato o projeto revelado maior de Deus. Existem outras filosofias, outras compreensões de Deus, da divindade, outros caminhos. Talvez se imagine que colocar símbolos católicos para alguns possa parecer que aqui só existe cristianismo. Pode ser, estou dizendo, não afirmando categoricamente. Mas isto nós assistimos na Europa, há alguns anos, quando lá estive. E no mundo da filosofia também vários filósofos, existencialistas, modernos e pós-modernos, decretavam o fim do cristianismo. Bem, isto não aconteceu. E não é coisa de hoje, como vimos. São certas provocações, até saudáveis para o cristão. Com ou sem o símbolo, o sinal, ele continuará cristão. Se é difícil o cristianismo continuar,  mais difícil ainda é elimina-lo. Pois aquilo que conduz a um ideal de vida mais puro e transparente é difícil de derrubar. Uma filosofia que não tenha tanta consistência é mais fácil derrubar. Hoje mesmo falava sobre a questão do muro de Berlim, do bloco comunista ocidental. Chegou momento em que o comunismo não se sustentou mais. O mundo tem esses idealismos passageiros, e essas coisas não permanecem por tanto tempo, não são perenes. Na maior parte das vezes, não passam de modismos. Quem quiser colocar, que coloque. Que achar que não, não. E eu acho que a Igreja não vai entrar numa briga ferrenha, maior, por causa disso. E lembro também uma coisa. No momento em que há uma cruz, esta cruz me diz algo. Quando não há, eu estou livre. Proibir é uma forma talvez de fugir, pois o sagrado pode incomodar. O sagrado é intimidador. Acho que as pessoas pode sentir-se mais livres, mais à vontade, talvez.  

A próxima questão é diretamente ligada a esta: o acordo entre o Vaticano e o governo brasileiro, que colocaria a facultatividade do ensino religioso nas escolas. É uma idéia que tem sido amplamente criticada por alguns setores.

Pensemos numa escola. Se ela tem 60% de alunos cristãos, batizados, a Igreja não quer forçar os alunos católicos a terem aulas. Agora, os que quiserem ter devem ter direito a terem tal orientação. Porque em nome duma percentagem “X”, bem menor, dizem que não se deve ensinar religião alguma? Então há aqui por um lado o esforço do cristianismo e do catolicismo, de que vale a pena persistir nesses valores. O acordo não quer de forma nenhuma obrigar alguém.É um direito que nos assiste, um direito que temos nós, cristãos católicos. E se o governo reconhece isso diante da autoridade da Igreja então devem ter pensado assim. Mas no final de contas o que importa é o que conta para o bem da sociedade, do ser humano e eu acho que valores morais, cristãos , éticos, religiosos em princípio são bons e são perenes. Eles vão ajudar a um jovem pensar duas vezes antes de fazer alguma coisa ou mesmo um adulto. Às vezes isso não ocorre, é mais difícil, mas eu acho que ,como proposta de orientação, de ajudar, de dar valores consistentes, que acho que é isso que falta no mundo . A crise ,na verdade ,é mais ética do que econômica.  Agora na próxima Campanha da Fraternidade , que será ecumênica, vamos fazer uns debates bons, também aqui na cidade  em torno do tema a Economia e a fraternidade. Não será católica, mas claro que a Igreja irá abordar do ponto de vista católico.

Será que não estamos assistindo aquilo que Max Weber falava há mais de 100 anos, ou seja, a progressiva dessacralização do mundo?

Pode ser encarado assim. Há sintomas e sinais de dessacralização para os que assim desejam e querem e jogam com liberdade, sem muito compromisso. Há, se compararmos Europa com América, sinais de uma certa dessasacralização, quer dizer querer que o mundo não mais caminhe do ponto de vista religioso, do moral ,do ético. Agora, onde vai levar , não se sabe.Pode ser que avance muito, mas pode ser que não seja exatamente assim. Eu vejo de novo aquilo que se fala do Evangelho, sempre os valores perenes, o Evangelho, o Reino de Deus é compreendido por um grupo pequeno, não é pela grande massa do mundo. Agora a Igreja tem direito, ela vai lutar contra valores que atentam à vida, a liberdade, ao direito de ser cidadão. Isso faz parte, é  inerente , é próprio da natureza o que Jesus pregou que é para ter vida plena, vida verdadeira. Se então dessacralizar vai melhorar a humanidade, já não sei.

Isso seria um processo crescente?

De certa forma. Por exemplo: a família, o matrimônio. Sob o ponto de vista religioso é um grande valor para ajudar um casal a vivenciar melhor sua vida conjugal,familiar, com entendimento. Agora se alguém entende, e isso é mais acentuado hoje, que o certo é “nós vamos viver juntos, estamos melhores”, bem, o casal é que decide, ninguém pode ser obrigado a nada. Agora quando falta uma referência , um elemento que orienta o ser humano, que lhe dá também um pouco mais de equilíbrio, justiça, sinceridade de fraternidade, justiça, fidelidade, que lhe dá uma referência, diga “olha meu amigo não vai por esse lado, não este sendo correto, justo”, as conseqüências não são sempre tão boas assim. E isto eu noto aqui mesmo, nos aconselhamentos que damos. Porém vamos ter que ver como o mundo vai evoluir. A História dirá.

Voltando para nossa realidade: a Paróquia São Luís é considerada a principal da cidade, até mesmo pela localização geográfica. Que cursos ela oferece e em que áreas?

Vamos enfocar a área religiosa , espiritual, primeiro. Constantemente trabalhamos com cursos sobre livros sagrados, como ler a Bíblia, como entender a Palavra de Deus , na linha de formação bíblico-catequética. Isso já bastante aceito. A cada ano trabalhamos também um tema do ponto de vista eclesial, o tema da Campanha da Fraternidade, vinculando ou ligando caminhada, fé, Igreja com o mundo atual, a realidade para que o povo que quer participar vá debatendo, vá aprendendo a fazer essa relação. Temos também cursos direcionados para a família. Temos experiências bonitas desde crianças até a terceira idade, onde se procura dar valores, experiências de vida para todos para se encontrarem consigo mesmos e também como famílias, como cristãos. Na área social temos um curso anual que é do Vicariato mas acontece aqui sobre a Doutrina Social da Igreja. É um curso bastante  concorrido, são oito ou nove semanas nas segundas-feiras à noite, A Doutrina Social da Igreja é um tema muito interessante onde o pensamento social da Igreja Católica fica claro pelos documentos da Igreja , do magistério da Igreja. É de uma riqueza imensa. Na área da Pastoral da Saúde pequenos cursos que visam ajudar as pessoas. Nossa paróquia faz um trabalho social na Vila Dique, são sessenta, setenta  famílias. O que se propõe para eles? As senhoras da Pastoral da Saúde ensinam aqui no Centro Catequético a costurar, fazer comida, proporcionando ajuda para que mantenham sua dignidade. A comunidade se move bastante para que não passem fome, então se leva rancho para eles. Damos junto também formação espiritual também. Começamos agora a catequese no Dique. É uma questão de dignidade, promoção humana e espiritual. Eu batizei já vinte e duas crianças neste ano. Até nossos paroquianos, vários se tornaram padrinhos dessas crianças, para ajudá-las. Então temos também uma ajuda de informação e orientação. Um outro atendimento que temos aqui é SOS emprego. Então essa Pastoral que ajuda pessoas a arranjar emprego , pessoas mais humildes, pobres, faz cada ano um curso , para senhoras, moças mais , mas é aberto. Para as pessoas se promoverem um pouquinho mais, se qualificarem e poderem melhor trabalhar em uma família como domésticas, assim por diante. São cursos também que existem para ajudar na linha da qualificação humana. Assim temos muitos serviços, trabalhos bem concretos de engajamento. Depois os cursos especificamente de treinamentos pastorais, onde as pessoas aprendem um pouquinho mais a lidar com a Igreja, aprendem a viver melhor na Igreja. Temos uma outra experiência bonita o Encontro com Cristo que é mais para mulheres , viúvas, separadas, desquitadas, solteiras. Pessoas que vivem um pouco mais na solidão, que vivem na tristeza, que já tem sua relação desfeita, não criaram uma nova relação. É um olhar para essas pessoas que também precisam de apoio, de ajuda. E assim vai. Então nós temos na verdade aqui 39 grupos de movimentos ou pastorais onde as pessoas podem se engajar. Uns menores outros maiores. Um grande trabalho também que acontece aqui é o da Pastoral dos Toxicômanos. As drogas constituem hoje um problema seríssimo, não é por nada que surgiu um movimento “Crack nem pensar” que é hoje muito divulgado pela mídia. Na nossa pastoral a Pacto reúnem-se nas terças-feiras à noite em torno de 200 pessoas. Familiares de pessoas que estão no mundo das drogas, que vão sendo orientadas em uma tentativa de recuperar os que estão marginalizados.

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Fonte: Book felino 2017. #cats Feliz aniversário para o meu parceiro nos esportes. Te amo, pai. 💙  #newyeareve #newyear2017 De volta pra casa #borges #jorgeluisborges Desenho que fiz para ilustrar o texto "O homem que parou o tempo", sobre #FidelCastro ,  escrito pelo meu irmão Celso Augusto para o site www.perspectivaonline.com.br Desenho que ilustra matéria a respeito do filme sobre o jovem #KarlMarx no site www.perspectivaonline.com.br #draw #arts #marx #marxism #theyoungkarlmarx

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