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River Plate, São Paulo, The Strongest e Trujillanos: o Grupo 1 da Libertadores 2016

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O Guia da Copa Libertadores de 2016

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GRUPO 1: River Plate, São Paulo, The Strongest e Trujillanos: o Grupo 1 da Libertadores 2016

GRUPO 2: Nacional, Palmeiras, Rosario Central e River Plate-URU: o grupo 2 da Libertadores 2016

GRUPO 3: Boca Juniors, Racing, Deportivo Cali e Bolivar: o Grupo 3, da Libertadores 2016

GRUPO 4: Peñarol, Atlético Nacional, Sporting Cristal e Huracán: o Grupo 4 da Libertadores 2016

GRUPO 5: Atlético Mineiro, Colo-Colo, Melgar e Independiente Del Valle: o grupo 5 da Libertadores 2016

GRUPO 6: San Lorenzo, Grêmio, LDU e Toluca: o grupo 6 da Libertadores 2016

GRUPO 7: Olimpia, Deportivo Táchira, Emelec e Pumas: o grupo 7 da Libertadores 2016

GRUPO 8: Corinthians, Cerro Porteño, Cobresal e Independiente Santa Fé: o grupo 8 da Libertadores 2016


grupo 1

No Grupo 1 despontam duas equipes que virtualmente se colocam entre as favoritas para a classificação do grupo e até mesmo ao título da Copa Libertadores de 2016. O tradicionalíssimo e atual campeão River Plate, da Argentina, e o poderoso São Paulo Futebol Clube, clube com o maior número de grandes títulos no Brasil. Os outros dois representantes do grupo 1 não exibem as mesmas credenciais: o The Strongest, da Bolívia, e o Trujillanos, da Venezuela, entram na competição com o pálido sonho de passarem de fase em um grupo com dois clubes tão fortes e favoritos como são River Plate e São Paulo. Conheça um pouco mais dos adversários do grupo:

RIVER PLATE – ARGENTINA

O River Plate entra na Libertadores defendendo o título, conquistado com “huevos”, como gostam de definir seus torcedores, na edição de 2015. O título dos Millonarios do ano passado foi digno de um filme. Classificou-se na bacia das almas na primeira fase sendo beneficiado por uma vitória do líder do grupo, o Tigres, do México, sobre o Juan Aurich, adversário pela segunda vaga. Nas oitavas-de-final, eliminou seu maior rival Boca Juniors na famosa partida do “gás de pimenta” em La Bombonera. Nas quartas, depois de perder por 1 x 0 no Monumental de Nuñez para o Cruzeiro, goleou os atuais campeões brasileiros por 3 x 0 no Mineirão. Na fase semifinal, eliminou o azarão Guarani, do Paraguai, para chegar na final contra…o Tigres, que lhe permitiu avançar na primeira fase. O tricampeonato millonario teve contornos dramáticos.

O Monumental de Nuñez, casa do River, é um espetáculo à parte. Palco tradicional do futebol sul-americano, recebeu a final da Copa de 1978 e é a principal casa da Seleção Argentina. Tem capacidade para 65 mil pessoas e a média de público mais alta da América do Sul. O River Plate já foi campeão da América 3 vezes: 1986, 1996 e 2015.

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Estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires

Para a edição de 2016, o River manteve a base da equipe. As maiores perdas foram o volante uruguaio Carlos Sanchez, motor da equipe e negociado com Monterrey-MEX, e o defensor Kranevitter, vendido para o Atlético de Madrid. Dois importantes titulares, sendo que o primeiro foi vendido porque o River não pôde competir com salário de R$ 250 mil oferecido pelos mexicanos – um sinal da pobreza do futebol sul-americano.

O principal reforço trazido pelo River Plate é muito conhecido do público brasileiro. Andres D’Alessandro, ícone do Internacional nos últimos 7 anos, voltou para o clube em que foi formado para jogar a Copa Libertadores e realizar seu desejo de encerrar a carreira no time do coração.

O time-base do River Plate é: Barovero; Mercado, Maidana, Balanta e Vangioni; Mayada, Ponzio, Lucho González (D’Alessandro) e Viúdez; Lucas Alario e Rodrigo Mora.

A maior parte dos jogadores campeões permaneceu na equipe para a edição de 2016 da Copa Libertadores. Forte, tradicional, com torcida vibrante e animado pela seqüência de conquistas recentes (faturou Sul-Americana, Recopa e Libertadores), o River é forte candidato ao título.

SÃO PAULO – BRASIL

Maior e mais rico clube brasileiro, o São Paulo classificou-se para a Copa Libertadores de 2016 depois de um conturbado 2015. Envolvido em meio à questões políticas e denúncias de corrupção entre seus dirigentes, o clube paulista fez um campeonato brasileiro irregular e abaixo de suas expectativas. Ainda assim, angariou a quinta colocação do campeonato brasileiro e se qualificou para disputar a fase preliminar da competição sul-americana, aonde eliminou o Cesar Vallejo, do Peru.

O estádio do Morumbi é um dos mais tradicionais palcos brasileiros. Com capacidade para 70 mil pessoas, é o maior estádio particular do Brasil. O São Paulo é tricampeão da América: 1992, 1993 e 2005.

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Estádio do Morumbi, em São Paulo

Será a primeira vez depois de mais de duas décadas que o clube paulista disputará a Libertadores sem Rogério Ceni. O goleiro aposentou-se no mês de dezembro de 2015 e abriu espaço para Dênis no gol da equipe. Sem Rogério, o São Paulo perde sua referência dentro de campo e abre espaço para viver uma nova era. Lugano, antigo ídolo, voltou à zaga para ser a referência na lacuna deixada por Rogério.

O time-base do São Paulo é: Dênis; Bruno, Rodrigo Caio, Lugano e Carlinhos; Rodrigo Caio e Thiago Mendes; Michel Bastos, Paulo Henrique Ganso; Alan Kardec e Calleri.

A equipe do São Paulo é forte e qualificada. Além do time titular caro e repleto de grandes nomes, figuram no banco de reservas jogadores como Centurión, Breno, Kieza e Mena. O treinador é outro destaque: Edgardo Bauza, campeão da América com LDU e San Lorenzo, comanda o grupo.

THE STRONGEST – BOLÍVIA

O The Strongest é o clube mais antigo em atividade na Bolívia, e classificou-se para a Copa Libertadores por ter sido campeão nacional na última temporada. O clube carrega consigo o grande temor das equipes sul-americanas na Copa Libertadores: sua casa, o estádio Hernando Silles, fica em La Paz, cuja altitude é de 3.650 metros acima do nível do mar. Com capacidade para 41 mil espectadores, o ar rarefeito da cidade faz com que o estádio do clube seja um dos mais temidos da América do Sul.

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Estádio Hernando Silles, em La Paz

Na parte técnica, contudo, a dificuldade não é a mesma. O futebol boliviano não costuma revelar grandes jogadores e a Bolívia não é centro financeiro capaz de contratar atletas de renome. O time-base do The Strongest é:

Daniel Vaca, Martelli, Pereyra e Pérez; Wayar, Chumacero, Pablo Escobar e Castro; Neumann, Rodrigo Ramallo e Abastoflor

Os destaques da equipe são dois centro-médios: Pablo Escobar e Chumacero. A dupla, inclusive, infernizou o Internacional na Libertadores de 2015.

TRUJILLANOS – VENEZUELA

O Trujillianos é o grande azarão do grupo. Fundado em 1981, é um clube novo e pouco expressivo no cenário sul-americano. Classificou-se para a Copa Libertadores como vice-campeão venezuelano na última temporada e faz sua singela 3ª participação na história do torneio.

O estádio aonde o time joga é o José Alberto Perez, pertencente ao governo e multiuso para práticas esportivas. Com capacidade para 25 mil pessoas, fica localizado na cidade de Trujillo – a mesma do clube – na região dos Andes da Venezuela.

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Estádio José Alberto Perez, em Trujillo

O time-base do Trujillanos é: Leandro Díaz; Granados, Luiryi Erazo, Cuevas e Mayker González; Maurice Cova, Johan Osorio, Padilla e Sosa; Britos e Franklin González.River Plate

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