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Nacional, Palmeiras, Rosario Central e River Plate-URU: o grupo 2 da Libertadores 2016

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GRUPO 2: Nacional, Palmeiras, Rosario Central e River Plate-URU: o grupo 2 da Libertadores 2016

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GRUPO 5: Atlético Mineiro, Colo-Colo, Melgar e Independiente Del Valle: o grupo 5 da Libertadores 2016

GRUPO 6: San Lorenzo, Grêmio, LDU e Toluca: o grupo 6 da Libertadores 2016

GRUPO 7: Olimpia, Deportivo Táchira, Emelec e Pumas: o grupo 7 da Libertadores 2016

GRUPO 8: Corinthians, Cerro Porteño, Cobresal e Independiente Santa Fé: o grupo 8 da Libertadores 2016

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O Grupo 2 da Copa Libertadores da América de 2016 é, assim como o Grupo 6, o que pode ser chamado de grupo da morte. Nacional de Montevidéu, Palmeiras, Rosario Central e River Plate-URU duelam entre si por duas vagas em jogos que prometem ser eletrizantes e dramáticos. Em relação a investimentos, há um favorito acima de todos os outros: o Palmeiras, com aporte de seus patrocinadores e de seu presidente, contratou quase 50 jogadores nos últimos dois anos e exibe um dos elencos mais robustos da América do Sul. Nacional e Rosario Central com equipes competitivas e a força de suas camisas também buscam uma das vagas, enquanto o pequeno River Plate, do Uruguai, corre por fora na briga.

NACIONAL – URUGUAI

Falar de Copa Libertadores da América é falar do Nacional de Montevidéu. O clube, junto de seu rival Peñarol é o que mais vezes jogou a competição em toda a história: são 43 participações da dupla uruguaia desde 1960. Tanta tradição também é percebida no número de conquistas do “Bolso”: os uruguaios são, por três vezes, campeões continentais, e exibem também o recorde máximo em número de vitórias na história da competição. A última vez que o clube uruguaio não disputou a Copa Libertadores foi em 1996, o que significa dizer que já são 20 anos consecutivos de participações no torneio.

Campeão em 1971, 1980 e 1988, os uruguaios chegam à Copa Libertadores de 2016 embalados pela ampliação em andamento do estádio Parque Central, que hoje já comporta 25 mil torcedores. Classificados por terem conquistado o campeonato uruguaio na edição 2014/2015, os tricolores uruguaios se reforçaram para o torneio e querem voltar ao protagonismo continental. O Parque Central recebeu a Copa de 1930 e a estréia do Brasil em Copas do Mundo.

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O clássico e charmoso Gran Parque Central, em Montevidéu

O time-base é: Esteban Conde, Jorge Fucile, Mauricio Victorino, Diego Polenta, Mathías Olivera; Gonzalo Porras, Santiago Romero, Ignacio González, Leandro Barcia, Nicolás López y Kevin Ramírez

Os destaques da equipe são Jorge Fucile e Mauricio Victorino – ambos defensores, mostrando a tradição uruguaia de defesas compactas. Na frente, ainda há a previsão da estréia de um jogador brasileiro: o clube contratou Leo Gamalho, centroavante de destaque no Avaí no último ano.

PALMEIRAS – BRASIL

Maior favorito a uma das duas vagas do grupo, o tradicional clube brasileiro tem um dos elencos mais robustos e caros da América do Sul. O alviverde paulista classificou-se para  Libertadores da América por ter conquistado o título da Copa do Brasil de 2015. O Palmeiras também tem tradição no torneio sul-americano: além de 16 participações, já foi campeão em uma oportunidade (1999) e vice-campeão em outras 3 (1961, 1968 e 2000).

O clube deve jogar a Libertadores em sua reformada casa, o Allianz Parque, com capacidade para 42 mil pessoas. A decisão sobre jogar ou não no estádio deverá sair nos próximos dias: a CONMEBOL proíbe a veiculação e divulgação do nome comercial da casa palmeirense.

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O moderno Allianz Parque, em São Paulo

Apesar de apresentar dezenas de grandes jogadores, o Palmeiras ainda não encontrou a maneira de jogar. Treinado pelo bicampeão brasileiro consecutivo, Marcelo Oliveira, o time oscila entre altos e baixos e não convence a seus torcedores.  O time-base deve ser:

Fernando Prass; Lucas, Roger Carvalho, Vitor Hugo e Zé Roberto; Arouca, Jean, Robinho, Dudu e Gabriel Jesus; Barrios.

Individualmente, o principal destaque da equipe é o jovem Gabriel Jesus, promissor jogador revelado pela Academia do Futebol palmeirense. No entanto, os jogadores e dirigentes são unânimes em afirmar que o grupo do Palmeiras prima pela homogeneidade, sendo o coletivo e a força do grupo a principal arma para conquistar títulos.

ROSARIO CENTRAL – ARGENTINA

O tradicional clube argentino volta a disputar a competição continental dez anos após sua última participação. Classificado por ter sido vice-campeão da Copa Argentina, o Rosario Central é um dos mais antigos clubes de futebol da Argentina, tendo sido fundado em 1889.

O Rosario Central é treinado por Eduardo Coudet, que implementou uma maneira de jogar muito elogiada entre imprensa e torcida argentina: um futebol compacto, rápido e de forte marcação.

O principal elemento de destaque é o temido Gigante de Arroyito, estádio do clube com capacidade para 42 mil pessoas e reconhecido por exercer pressão infernal sobre os adversários do Rosario. O estádio recebeu jogos da Copa do Mundo de 1978 e se aproxima dos 100 anos de idade: foi inaugurado em 1926. A torcida do clube é considerada uma das mais violentas da Argentina.

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O temido Gigante del Arroyito, em Rosario

O time-base do Rosario Central é: García; Álvarez, Donatti, Pinola y Villagra; Montoya, Musto, Fernández; Lo Celso; Larrondo y Ruben.

O atacante Marco Ruben é o grande nome da equipe. Revelado pelo próprio Rosario, tem passagens pela Seleção Argentina e rodou o mundo até voltar a seu clube de origem, no ano passado. Seu retorno foi bem sucedido: anotou 25 gols na última temporada.

RIVER PLATE – URUGUAI

Apesar do nome de respeito, o River Plate do Uruguai é mero estreante na Copa Libertadores da América. Conquistou sua classificação para o torneio sendo a melhor campanha do turno (Apertura) e returno (Clausura) do Campeonato Uruguaio afora as equipes vencedoras de cada uma das duas etapas (que foram Nacional e Peñarol).  Na fase preliminar da Libertadores surpreendeu elimando a tradicionalíssima Universidad de Chile.

O estádio do River Plate do Uruguai chama-se Federico Omar Saroldi e é acanhado e simples – algo parecido com o que os gaúchos chamariam de “potreiro”. Em razão de sua pequena capacidade, o clube irá mandar seus jogos na cidade de Maldonado,  no estádio Domingo Burgeño Miguel, ou no Centenario, em Montevidéu – cidade da equipe.

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Estádio Domingo Burgeño Miguel, na cidade de Maldonado

O River Plate do Uruguai tem um jogo baseado em contra-ataques e marcação forte – ou seja, é uma típica equipe uruguaia. No confronto contra a Universidad de Chile, operou marcação por pressão no jogo em casa e fez 2 x 0; no jogo da volta, pouco passou do meio campo.

O time-base é: Pérez; Gonzalez, Ricardo Conceição, Darío Flores e Rodríguez; Gorriaran, Bruno Montelongo e Angel Rodríguez; Schiappacasse, Pedroso e Michael Santos

 O jogador com mais destaque é o volante Bruno Montelongo. Revelado pelo próprio clube, foi negociado muito jovem com o Milan, da Itália, aonde pouco jogou. Por empréstimo, retornou ao clube uruguaio.

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