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Peñarol, Atlético Nacional, Sporting Cristal e Huracán: o Grupo 4 da Libertadores 2016

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O Guia da Copa Libertadores de 2016

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GRUPO 4: Peñarol, Atlético Nacional, Sporting Cristal e Huracán: o Grupo 4 da Libertadores 2016

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GRUPO 6: San Lorenzo, Grêmio, LDU e Toluca: o grupo 6 da Libertadores 2016

GRUPO 7: Olimpia, Deportivo Táchira, Emelec e Pumas: o grupo 7 da Libertadores 2016

GRUPO 8: Corinthians, Cerro Porteño, Cobresal e Independiente Santa Fé: o grupo 8 da Libertadores 2016

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No Grupo 4 da Libertadores o cabeça-de-chave é um clube que já dominou o continente: o tradicional Peñarol, do Uruguai, carregado de história e com o sonho de voltar a exibir a mesma força de outrora. Também forte e tradicional, o grupo conta comAtlético Nacional, da Colômbia, campeão em 1989 e vice em 1995. Sporting Cristal, recordista peruano em participações na Libertadores e o velho Huracán, da Argentina, completam o chaveamento. A marca do grupo 4 é uma só: equilíbrio.

PEÑAROL – URUGUAI

O velho e campeão Peñarol, de 125 anos de idade, 5 títulos da Copa Libertadores da América (1960, 1961, 1966, 1982, 1987) e outros 5 vice-campeonatos (1962, 1965, 1970, 1983, 2011) chega à competição com o objetivo de retomar sua histórica grandeza. História é algo que de fato não falta ao clube uruguaio na competição. Ao lado do Boca Juniors, é o clube com mais finais no torneio; foi o primeiro tricampeão da Copa; os três maiores goleadores da história da competição jogaram no Peñarol (Alberto Spencer, Fernando Morena e Pedro Rocha); ao lado de seu rival Nacional, é recordista em participações no continente.

O clube uruguaio alcançou classificação à competição por ter sido vice-campeão nacional na temporada 2014-2015. O Peñarol ainda manda seus jogos no velho e histórico estádio Centenario, palco da decisão da primeira Copa do Mundo, em 1930 e com capacidade para 66 mil pessoas. O clube está finalizando a construção de sua nova casa: o Estádio Campeón del Siglo (Campeão do Século), que deverá começar a receber partidas ainda nesta Libertadores, que terá capacidade para 40 mil pessoas.

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O projeto do novo estádio do Peñarol, “Campeón Del Siglo”

 

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Estágio atual das obras do novo estádio

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O histórico Estádio Centenario, em Montevidéu

A equipe montada pelo Peñarol para esta Libertadores visa mais do que uma participação. O clube recebeu na metade final de 2015 um de seus mais ilustres torcedores para compor e liderar o elenco: Diego Forlán, melhor jogador da Copa de 2010, veio ao clube para encerrar a carreira no lugar que diz ser sua casa. O time-base é: Gastón Guruceaga, Matías Aguirregaray, Carlos Valdez,  Guillermo Rodríguez, Gianni Rodríguez, Tomás Costa, Nahitan Nandez, Maximiliano Rodríguez, Diego Forlán, Diego Ifrán y Cristian Palacios

O principal destaque da equipe, logicamente, é Diego Forlan. No meio, o clube contratou Maxi Rodriguez, de relativo sucesso no Grêmio, para a armação das jogadas. Do Rio Grande do Sul ainda vieram mais dois reforços: Nicolas Freitas e Martin Luque, contratados junto ao Internacional, chegam para dar mais opções à equipe uruguaia.

ATLÉTICO NACIONAL – COLÔMBIA

O Atletico chega para mais uma Copa Libertadores da América por ter sido campeão do Torneio Finalización de 2015. Campeões continentais em 1989, e vice-campeões em 1995, os colombianos têm história e tradição na competição. Além das duas finais, já estiveram presentes em outras duas semifinais da competição, em 1990 e em 1991.

O Atletico Nacional é também conhecido por sua forte e fanática torcida. No Estádio Atanasio Girardot, com capacidade para 45 mil pessoas, o clube costuma exercer forte pressão sobre seus adversários na média altitude de Medellín: a cidade fica a 1500 metros acima do nível do mar.

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Estádio Atanasio Girardot, em Medellín

O time-base é: Franco Armani; Oscar F. Murillo, Juan D. Valencia, Gilberto García, Álvaro F. Nájera; Jairo F. Palomino, Macnelly Torres, Alejandro Bernal, Luis C. Ruiz; Victor Ibardo, Orlando E. Berrío

O clube manteve o goleiro Armani e o habilidoso meia Macnelly Torres, além de ter o retorno de Cárdenas, vindo do Atlético Mineiro. É uma equipe leve e que trabalha bem a bola. O maior destaque é o atacante Ibarbo, com passagens pela Europa.

SPORTING CRISTAL – PERU

Um dos maiores participantes de Copas Libertadores da história, o Sporting Cristal tem um histórico pequeno de grandes campanhas. Foi até a final em uma oportunidade, em 1997, quando perdeu a decisão para o Cruzeiro. Foi a única vez nas 32 vezes que participou do torneio que o clube passou das quartas-de-final. O Sporting se qualificou para a Libertadores por ter sido vice-campeão do torneio nacional peruano em 2015.

O estádio do clube é o Alberto Gallardo, em Lima. Com capacidade para cerca de 20 mil pessoas, exibe dimensões próximas ao campo nos típicos estádios vistos América do Sul afora.

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Estádio Alberto Gallardo, em Lima

 O time-base é:  Penny; Estrada, Cazulo, Abram, Céspedes; Ballón, Calcaterra, Lobatón; Costa, Ramúa y Ávila.

O maior destaque da equipe é o meia Lobatón, de 36 anos e passagens pela Seleção do Perú, inclusive na última Copa América.

HURACÁN – ARGENTINA

Completando a série de clubes clássicos do grupo 4 está o Huracán, da Argentina. Desaparecido por anos dos principais torneios do continente, o Huracán se classificou para a Libertadores por ter sido o melhor clube argentino na Copa Sul-Americana, aonde ficou com o vice-campeonato.

Detentor de vários títulos nacionais e de uma das maiores torcidas do país, nos anos 70 chegou a ser uma potência do futebol platino, chegando à semifinal da Libertadores da América de 1974. Nessa época, a equipe contava com nomes como Carlos Babington, Osvaldo Ardiles, Alfio Basile e outros em seus elencos. Todos estes jogaram copas do mundo pela Argentina e três foram campeões em 1978: a lenda Osvaldo Ardiles, o goleiro reserva Hector Baley (um dos raríssimos negros a jogar pela “Albiceleste”) e René Houseman, ponta-direita daquela seleção e, para muitos, o maior jogador do Huracán em todos os tempos, que nós fazemos  a gentileza de apresentar ao torcedor brasileiro. E, com ele, apresentamos uma parte do que é o Huracán – um clube que não está aparecendo para o mundo pela primeira vez, mas sim voltando ao lugar onde já esteve.

O Huracán manda seus jogos no Estadio El Palacio, em Buenos Aires, com capacidade para 48 mil pessoas. O estádio conta com quase 100 anos de idade, tendo sido inaugurado em 1924.

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Estádio El Palacio, em Buenos Aires

O time-base do Huracán é: Marcos Díaz – José San Román, Martín Nervo, Federico Mancinelli, Luciano Balbi – Mauro Bogado, Matías Fritzler, Patricio Toranzo, Daniel Montenegro – Romero Gamarra y Ramón Ábila

O maior destaque da equipe é o atacante Ramon Abila, artilheiro da equipe e há três temporadas na equipe. O jogador foi artilheiro e escolhido melhor jogador da última Copa Sul-Americana.

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